Praia, mar e mulher - ainda sem álcool
Autor: AFR Hailton Gomes - Capital
Inspiração, clima e ambiente que me leva a escrever esta crônica.
A felicidade está embaixo do nosso nariz, razão pela qual nunca a vemos. Na pressa ou desespero para encontrarmos soluções para nossos problemas, também passamos pelas respostas, sem notá-las.
Casamentos Varela - Manda ele, manda ela Varão - Manda ele, ela não Varunca - Manda ela, ele nunca
Embora pareça simples e passe desapercebido, o posicionamento das divisões supra é uma realidade. Elas fornecem as explicações para quase todos os diversos tipos de comportamento e incompreensões humanas. É importante ressaltar que todo indivíduo está enquadrado em uma ou outra situações. Não há críticas ou comentários vexatórios para qualquer enquadramento. Descubra o seu auto-posicionamento, vejamos:
Varela - Manda ele, manda ela Procedimento e comportamento típico dos solteiros, desquitados ou viúvos. Eles ou elas só mandam, não existe o parceiro (a) para retrucar.
Varão - Manda ele, ela não Característica do casamento onde prevalece a vontade e decisões do chamado "machão". Normalmente ela aceita passivamente esta situação, por ser mais cômodo e ela não possuir o dom de decisões. Não tomam nenhuma iniciativa sem ajuda. Têm idéias maravilhosas e constantes para o parceiro fazer. Para fugirem da ociosidade, estão sempre dando palpite ou corrigindo algo que o outro estiver fazendo.
Varunca - Manda ela, ele nunca Este tipo de relacionamento é o mais importante porque s.m.j. predominava em 90% sobre todos os casamentos estáveis. Você pensa que está na categoria de varão; puro engano, dificilmente você está fora do dado estatístico citado.
Quando Miterrant assumiu a presidência da França disseram que Paris tinha quatro milhões de ratos. Ele não perguntou quem contou os ratos. Não me perguntem também onde achei a predominância de 90% de Varuncas.
Há que se ressaltar também a necessidade de mudança, para classificar quem é o verdadeiro sexo forte num relacionamento. Hoje atribuído ao homem, no sentido de caracterizá-lo como macho predominante. Não existe o chamado sexo frágil, atribuído a ela. Num relacionamento ela é fortíssima. Sabe com segurança a força que tem no compasso. Ela é perspicaz, exploradora da franqueza masculina e tremendamente mais paciente. Sem sombra de dúvida, ela transmite a sensação de que é muito mais forte de que o homem. Se por acaso pairar qualquer dúvida, tenha um filho.
O Varunca não faz nada, nadinha mesmo, sem o consentimento dela. Se apertar um pouquinho, ele treme. Não existem exceções, mas sim comportamentos mais acentuados. Exemplo, disse um indivíduo: - Na minha casa minha mulher para falar comigo tem que ajoelhar. - Por quê? - Uai! Por medo e respeito, eu tô sempre embaixo da cama.
Se você estiver perto de um Varunca e alguém lhe oferecer um doce, ele imediatamente perguntará para a companheira: "Será que eu gosto de doce?". O importante num relacionamento é o tempo de convivência. Se um casal está junto há mais de vinte anos, está tudo absolutamente certo. Não importa saber se estão sob a égide de Varão ou Varunca. Este tempo de convivência quer dizer simplesmente que se acertaram, como a luz ou a força motriz, tem que haver um pólo negativo e um positivo. Um casal formado por Varões e Varunca trocados não dão certo nunca. Tem que haver pólos opostos.
O homem Varão tem um grande problema de adaptação por ser minoria: não encontra guarida no universo de Varuncas. Não tem carisma, são marginalizados entre os homens quando muito são engolidos. Se contar uma piada, poucos dão risada, mesmo assim só com a boca. Outros não prestarão a atenção ou não entenderão e estão rindo por educação. Pouquíssimas pessoas gostam dele pra valer. Há muitos que o odeiam. Mas, na verdade, o odeiam por quererem ser exatamente iguais a ele.
Um dado importante para o sucesso das duas sit |